@PHDTHESIS{ 2025:1793524056, title = {Cartografia florestal do corpo-brincante em escolas de primeira infância na Amazônia}, year = {2025}, url = "https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/11424", abstract = "Com ramificações do Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia (PGEDA), em Associação Plena em Rede (EDUCANORTE), especialmente da Linha de Pesquisa 3 – Saberes, Linguagem e Educação, esse texto de tese intitula-se Cartografia florestal do corpo-brincante em escolas de primeira infância na Amazônia. Mobiliza-se em duplas-capturas com crianças, docências e escolas de Educação Infantil de Manaus, com a questão: de que modo(s) o corpo-brincante (des)monta o território educativo de primeira infância na vida de escolas da(s) infância(s) por modos outros mais ligados à Vida em diversos lugares da cidade Manaus, em movimentos inventados de uma cartografia florestal, diante de arranjos de potências infantes? Emergindo o objetivo de cartografar o corpo-brincante no território educativo de primeira infância na Educação Infantil por modos outros mais ligados à Vida em diversos lugares da cidade Manaus, em movimentos inventados de uma cartografia florestal, diante de arranjos incapturáveis das infâncias em potências. Entre os conceitos, elegemos o corpo como uma aposta de resistência ao poder, corpo sem órgãos enquanto experimentação e aberto para intensidades, corpo-infância como sensitividade e expressão, corpo-brincante em encontros com infância(s) e devir, entendendo a(s) infância(s) como territórios constituídos nas margens, dobras, fissuras, que desarticula o aparelho prescrito pelo poder. Deleuze, Foucault, Nietzsche, Corazza, Rolnik, Woolf, Manoel de Barros, entre outros/as, são intercessores/as dos entrenós teórico-metodológicos e de vida. Os brotos metodológicos se alimentam de uma cartografia florestal (inventada com Deleuze, Guattari e Rolnik) de territórios educativos de e com a primeira infância na(s) Amazônia(s), o florescimento de ensaio enquanto manifesto de investigações autênticas, possíveis pelo viés da Filosofia da Diferença. Ervas daninhas que nascem em frestas, rascunhos que não denotam conclusões, literatura e poesia constituem este texto em pretensões alineares, não hierárquicas, desnaturalizantes em experimentação com o corpo-brincante. Os resultados e as conclusões estão no plano dos encontros com infâncias e docências em devir, com esse corpo-brincante produzido e em produção de outros de si. E com ele, cartografamos infâncias inventadas, envolvemo-nos com o criançar, traçados do corpo criança e outras existências viventes nos territórios educativos de primeira infância, especialmente em Educação Infantil manauara em suas habitações de docências amazônidas próprias, por entre os ínfimos de tratados gerais das grandezas do corpo-brincante, montagens fotográficas e um invencionário infante.", publisher = {Universidade Federal do Amazonas}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Educação na Amazônia}, note = {Faculdade de Educação} }